terça-feira, 19 de maio de 2015

A ilha de Zá

       Era uma vez
uma ilha chamada Ilha de Zá
onde havia um gato montês,
que falava francês.
Ali, só se bebia chá,
mas o Zé, não!
Ele bebia era café,
por isso já fora preso,
tantas e tantas vezes!

O Rei, o Tereréré,
caía sempre do trono e torcia o pé!
O Príncipe, o Cárácácá,
tropeçava nos tapetes de tafetá…
A Rainha, a Pipiríría,
tinha a voz tão aguda que tudo partia !!

Havia também um Bruxo, o Gargamel…
Era burro que nem uma porta…
Um dia, o Bruxo Gargamel,
Transformou-se num feio sapo,
por causa de uma pitada de mel!

Havia uma cascata, a Cascata da Tontice,
e sempre que alguém por lá passava
ficava alucinado…
e recordava o seu passado.

Mas nesta ilha havia um grande mal,
tantantaaaan!! Desculpem, é a força do hábito!
Onde é que íamos? Ah, sim! Um grande mal,
que era não gostarem de ler.

Havia, por sinal, uma bola de cristal
que todos e tudo via,
e como ninguém lia
a bola ia ficando vermelha,
a ilha começava a desaparecer.

Pelo que sei, daqui a 1001 horas,
desaparecerá MESMO
e é por isso e por outras
que nunca ouviram falar dela, mas eu já…
e se ela desaparecer, será o FIM DO MUNDO…
Por isso, comecem a ler para serem os próximos heróis!

Maria Jorge, 6ºD

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Com Robinson Crusoé, vivemos numa ilha deserta

Daniel Defoe trouxe para a literatura universal um herói que inspiraria tantas histórias de miúdos e graúdos. Com ele, vivemos a solidão, o medo, a aprendizagem de uma nova vida, de outros costumes, a descoberta de uma amizade improvável com um canibal e selvagem Sexta-feira, a força da esperança...

Lara Freitas, 6ºD
Na minha opinião , este livro que lemos na aula de português, é muito bom. É ótimo para quem gosta de ler aventuras, pois a história vivida pelo Robinson Crusoé são viagens pelo mar fora, passando assim por várias terras e conhecendo pessoas novas de culturas diferentes. É um livro cheio de surpresas.

Viagem de Bartolomeu Dias contada por Manuel Alegre

                                                                                  De um lado o chão e a raiz
  
Oriana Borges, 6ºD
       do outro o mar e o seu cântico.
       Era uma vez um país
       entre a Espanha e o Atlântico.
       Tinha por rei D. Dinis
       que gostava de cantar.
       Mas o reino era tão pouco 
       que se pôs a perguntar:
       - E se o mar fosse um caminho
       deste lado para o outro?





      Assim se inicia a viagem da leitura desta obra magnífica que nos faz regressar ao tempo dos Descobrimentos e nos incentiva a partir para outras viagens, indo sempre para além de nós próprios...