domingo, 20 de dezembro de 2015

A família completa

Certa tarde, a Rita e o Filipe estavam brincar no jardim da avó às escondidas.
Era um dia lindo de outono, agradável, pois o sol radiava e a temperatura estava amena. A sua avó tinha ido ao supermercado e a menina de nove anos e o seu irmão de onze tinham ficado sozinhos. A avó estava um pouco preocupada, mas sabia que eles eram responsáveis.
Nesse dia feliz, a Rita e o Filipe brincavam naquele jardim verdejante com flores amarelas, vermelhas e brancas e uma sebe a toda a volta.
Subitamente, o Filipe ouviu um barulho estranho, mas ele não ligou. No entanto, o barulho ouviu-se outra vez.
 -Rita, estou a ouvir um barulho esquisito!
 -Olha que eu também! Vamos ver?!-sugeriu a Rita.
Eles foram ver, com algum receio, de onde vinha o barulho. Era de trás da sebe e das flores que ele vinha. Quando lá chegaram, ficaram de boca aberta, pois viram uma espécie de lagarto mas essa espécie de lagarto não tinha cauda.
Eles pegaram nele com muito cuidado e levaram-no ao veterinário.
Quando a Rita e o Filipe chegaram ao consultório, mostraram o animal e o doutor Carlos ficou espantado. Explicou-lhes, então,  que o animal não era conhecido naquela zona.
 A Rita e o Filipe queriam ficar com ele, mas o doutor disse que ele estava doente. Eles ficaram tristes por saber isso.
Quando chegaram a casa, ouviram o telefone a tocar. Atenderam e era o veterinário que lhes disse que tinha uma novidade boa, que podiam ficar com o animal logo que ficasse curado.
 Assim, o animal ficou a viver com aquela família que sempre o tratou bem.  
Dinis Gil, 5ºC 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

História vai e vem começa com o 5ºA

Beatriz Pereira
Naquele fim de tarde do mês de outubro, o vento soprava levemente e fazia rodopiar as folhas que se desprendiam das árvores, caindo nos passeios da rua do Pedro e da Inês. Eram tantas as folhas que já havia um tapete pintado das várias e bonitas cores do outono...
Os dois amigos regressavam da escola, pisando aquele tapete – crac! crac! – com entusiasmo, pois a noite que já se anunciava seria muito especial.
Mal chegaram a casa do Pedro, depois de abrirem a porta e terem pousado as mochilas junto ao bengaleiro da entrada, ficaram pasmados perante o que viram, mesmo à sua frente: Spike, o labrador brincalhão, trapalhão e medroso do Pedro, estava curiosamente disfarçado. Os meninos rapidamente perceberam o que tinha acontecido. Não é que o malandro tinha puxado a toalha branca da mesa da sala, que lhe caíra em cima! De seguida, ficou de tal maneira desorientado, que bateu no móvel onde se encontravam os óculos de sol do pai do Pedro. Como estes estavam mesmo no cantinho, aterraram milagrosamente na ponta do seu focinho, e agora estava ali aquela espécie de fantasma-turista de quatro patas, ganindo e cambaleando pelo corredor.  

- Então, Spike, já estás preparado para a grande noite de Halloween!? – gracejou o Pedro.
Gabriela Oliveira
Margarida Pereira

Márcia Reis




quinta-feira, 9 de julho de 2015

Aventura na praia


Estava na praia com os meus amigos. Uma praia espetacular, com rochedos lindos, uma areia muito fina e o mar calmo. Um dia digno de aproveitar o sol da tarde.
Estava com os meus amigos a fazer castelos de areia quando vi golfinhos a nadar. Pareciam atrapalhados. De manhã, ouvira dizer que um dele desaparecera, o tio do Bala, que era outro golfinho

A essa hora já andava a polícia marinha à procura. Parei o que estava a fazer e olhei. Parecia que um dos golfinhos me chamava, sabem, lá na sua linguagem.

Corri para o mar e ele veio-me buscar à costa, pois ninguém me deixava aproximar da água. Lá na língua dele combinámos que íamos ver se encontrávamos o seu tio. Andámos muito tempo, perguntámos à baleia, à raia… mas nada. Continuámos e vimo-lo dentro de uma rede, a ser pescado. O golfinho disse-me que ia buscar um coral afiado para cortar a rede. O tio do Bala foi libertado, deixando os pescadores que o queriam levar boquiabertos.

Vim a fazer acrobacias pelo mar e, quando chegámos à costa, eu e os golfinhos fizemos um espectáculo aplaudido pelas pessoas que estavam na praia.

Foi uma aventura fantástica com uma oportunidade única: nadar com golfinhos.

Andreia Lopes, 6ºD

terça-feira, 19 de maio de 2015

A ilha de Zá

       Era uma vez
uma ilha chamada Ilha de Zá
onde havia um gato montês,
que falava francês.
Ali, só se bebia chá,
mas o Zé, não!
Ele bebia era café,
por isso já fora preso,
tantas e tantas vezes!

O Rei, o Tereréré,
caía sempre do trono e torcia o pé!
O Príncipe, o Cárácácá,
tropeçava nos tapetes de tafetá…
A Rainha, a Pipiríría,
tinha a voz tão aguda que tudo partia !!

Havia também um Bruxo, o Gargamel…
Era burro que nem uma porta…
Um dia, o Bruxo Gargamel,
Transformou-se num feio sapo,
por causa de uma pitada de mel!

Havia uma cascata, a Cascata da Tontice,
e sempre que alguém por lá passava
ficava alucinado…
e recordava o seu passado.

Mas nesta ilha havia um grande mal,
tantantaaaan!! Desculpem, é a força do hábito!
Onde é que íamos? Ah, sim! Um grande mal,
que era não gostarem de ler.

Havia, por sinal, uma bola de cristal
que todos e tudo via,
e como ninguém lia
a bola ia ficando vermelha,
a ilha começava a desaparecer.

Pelo que sei, daqui a 1001 horas,
desaparecerá MESMO
e é por isso e por outras
que nunca ouviram falar dela, mas eu já…
e se ela desaparecer, será o FIM DO MUNDO…
Por isso, comecem a ler para serem os próximos heróis!

Maria Jorge, 6ºD

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Com Robinson Crusoé, vivemos numa ilha deserta

Daniel Defoe trouxe para a literatura universal um herói que inspiraria tantas histórias de miúdos e graúdos. Com ele, vivemos a solidão, o medo, a aprendizagem de uma nova vida, de outros costumes, a descoberta de uma amizade improvável com um canibal e selvagem Sexta-feira, a força da esperança...

Lara Freitas, 6ºD
Na minha opinião , este livro que lemos na aula de português, é muito bom. É ótimo para quem gosta de ler aventuras, pois a história vivida pelo Robinson Crusoé são viagens pelo mar fora, passando assim por várias terras e conhecendo pessoas novas de culturas diferentes. É um livro cheio de surpresas.

Viagem de Bartolomeu Dias contada por Manuel Alegre

                                                                                  De um lado o chão e a raiz
  
Oriana Borges, 6ºD
       do outro o mar e o seu cântico.
       Era uma vez um país
       entre a Espanha e o Atlântico.
       Tinha por rei D. Dinis
       que gostava de cantar.
       Mas o reino era tão pouco 
       que se pôs a perguntar:
       - E se o mar fosse um caminho
       deste lado para o outro?





      Assim se inicia a viagem da leitura desta obra magnífica que nos faz regressar ao tempo dos Descobrimentos e nos incentiva a partir para outras viagens, indo sempre para além de nós próprios...

terça-feira, 21 de abril de 2015

Cantiga dos nomes


Há uma menina

Que se chama Inês,

Que foi à China

E namorou com um chinês.



Tem um irmão

Chamado Tomás,

Que tem uma alcunha

Dizem que é Tanás.



A Célia, sua irmã,

Gosta de a chatear,

Mas detesta que ela

A vá pentear!


Tem ainda um gato

Chamado Pikachu,

E sempre que espirra

Diz aaachu!!


maria JORGE, 6ºd


quarta-feira, 15 de abril de 2015

CANTIGA DOS NOMES



O menino Joel

Gosta de correr,

Mas agora não… 

Agora, tem de escrever.



Há uma menina

Chamada Maria, 

Que canta tanto

Que faz poesia.



A Ana sai da sala

E à biblioteca vai ter.

Volta com um livro,

Um belo livro para ler.



Quanto ao Rodrigo

Não gosta de falar,

Mas nas aulas

Gosta de cantar.



Maria Inês Jorge, 6ºD

terça-feira, 14 de abril de 2015



A Beatriz sempre a chorar,

Por causa do seu amor,

Não para de reclamar,

O seu grande valor.



A Oriana a escrever,

O que lhe vai na cabeça,

Sempre com uma luz a acender,

Que ela nunca se esqueça.



O Diogo tão taralhoco,

Sempre apaixonado,

Cada vez mais louco,

Sempre tão asseado.



A Joana sempre a gritar,

Porque a estão a chatear,

Sempre irritada,

Com o trabalho do tear.

Joana Ribeiro

quinta-feira, 9 de abril de 2015



É Bia para a mãe

A menina Beatriz...

Diz-lhe a toda a hora

Que quer ser atriz.


Rafael, irmão da Beatriz,

É preguiçoso e mandão,

Fica sentado no sofá

E diz que quer montar um dragão.

Beatriz Lopes, 6ºD


O amor, para ser amor,

Tem de ser verdadeiro...

Como a Marta e o João

de mão dada, o tempo inteiro.

Beatriz Lopes, 6ºD



A Laura deu-me um beijo

e eu muito gostei...


Dei-lhe um presente em troca

ela adorou, eu bem sei.

                                                           Diogo Marujo, 6ºD

Amigos- a canção dos nomes






Diz a Maria à MarianaQue estão sempre a conversar: - Ajuda-me a rever,O texto tenho de acabar!


Diz a Joana um dia:

- Calem-se! Estou a pensar..

Fica tudo caladinho

Para ela trabalhar.


O Diogo e o Ricardo

Sempre em extrema confusão

Nunca param de falar

E levam um sermão.


A Bia sempre a escrever,

Mas diz que o trabalho é uma seca

É tão preguiçosa

Que dormia uma soneca!


Mas são meus amigos,

Não os vou esquecer;

Podem-me irritar,

Mas também me surpreender.



de: Oriana Borges


Cantiga dos nomes

A rosa, para ser rosa,
deve ser de Alexandria
apanhada por mão de Ana
dada por mão de Maria.

A rosa, para ser rosa,
 há-de ter folhas e pé
o amor para ser firme
há-de chamar-se José.

A Maria Madalena
ama o Francisco da Rita
que lhe comprou pela feira
um fato inteiro de chita.

O meu amor não é este
o meu chama-se João
é coradinho de rosto
alegre de coração.

O cabelo de Joana
Anda no mar a nadar
Quem me dera um pente de oiro
que o fosse pentear.

Alice Vieira, Eu Bem Vi Nascer o Sol 

terça-feira, 7 de abril de 2015

Rosa, minha irmã Rosa

Lara Freitas - 6ºD
O livro Rosa, minha irmã Rosa foi escrito por Alice Vieira e é adequado para o 6º ano de escolaridade. A história fala de uma menina chamada Mariana que teve uma irmã de nome Rosa. A partir do momento em que Rosa nasceu, Mariana teve de partilhar tudo com ela. Se, por um lado, gostei desta história, alguns aspetos deixaram-me desiludido.

Em primeiro lugar, eu não gostei do que Mariana fez. Parece-me que ela estava a ser egoísta, porque não queria dividir os afetos e a atenção da família com a sua irmã Rosa.

O que mais me gostei foi do facto de Mariana, no final, começar a gostar da irmã. Com efeito, percebeu que não era assim tão mau ter uma irmã, e viu-se que ela ficou triste quando Rosa estava no hospital. 

Eu gostei muito deste livro e recomendo a todas as pessoas que o  leiam, assim como outros livros de Alice Vieira.

Rodrigo Cancela, 6ºE

Ulisses, um guerreiro corajoso



Ulisses foi escrito por Maria Aberta Menéres, e a sua editora é a Asa. Este livro fala sobre o guerreiro Ulisses que por salvar a princesa Helena e é recomendado para o 6º ano de escolaridade. 
Lara Freitas, 6ºD
Em primeiro lugar, adorei o livro porque, apesar de não ter propriamente um final mau, é uma história com episódios bons e maus. Ulisses, para resgatar a princesa Helena, construiu um cavalo gigantesco, um enorme cavalo de pau. Os troianos acharam que Ulisses tinha desistido, abriram muito devagarinho as portas da cidade e viram o cavalo de pau. Nesta parte, acho que Ulisses foi esperto, porque ele e os seus companheiros estavam escondidos dentro do cavalo.

A outra porta de que gostei foi quando Ulisses chegou à Ciclópia e ficou encurralado por um Ciclope chamando Polifemo que era um pastor gigantesco, terrivelmente mau e furioso. Quando Ulisses e os companheiros cegaram o Ciclope, fugiram atados às ovelhas. Este episódio foi emocionante!

Pelo que escrevi, dá para compreender que gostei das artimanhas de Ulisses. Esta obra de Maria Aberta Menéres foi o que mais me interessou. Aconselho a leitura deste livro a jovens e até mesmo a adultos, porque é a história de um guerreiro corajoso.

Tiago Reis, 6ºE

Pedro Alecrim é uma obra escrita por António Mota, cuja personagem principal, Pedro, assume também o papel de narrador. Foi um dos livros recomendados pelas Metas Curriculares de Português para o 6º ano de escolaridade.

Este livro fala de uma história dura do dia à dia de um menino chamado Pedro. Adorei o livro, pois é muito bom e entusiasmante.

Em primeiro lugar, gosto do livro porque fala sobre os problemas das crianças da minha idade, como por exemplo quando o Pedro e o Nicolau venderam os agriões para comprarem um bilhete de lotaria, mas não ganharam. Isso já me aconteceu, eu ficar triste por não ter recebido nada.

Um outro aspeto de que também gostei foi de todas as aventuras do Pedro, como quando estava farto de carregar os livros e ia buscar o cavalo do Zé Maria Coxo.

A minha mãe falou-me deste livro e achei que devia ser interessante. Ainda bem que o li. É muito bom! Por isso, recomendo-o a todas as crianças do 6º ano.
Lara Freitas, 6ºD

Uma Aventura nas Férias Grandes

   
Este livro de que eu tanto gosto chama-se Uma aventura nas férias grandes , foi escrito por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e pertence à editora Caminho. Tal como em todos os livros desta coleção, há sete personagens principais:Teresa, Luísa, Caracol, Pedro, João, Faial e Chico, que juntos vivem grandes aventuras. 
Neste livro, as personagens vão passar férias a um determinado local , onde vivem aventuras, desvendam mistérios e descobrem criminosos.

Quem ler este livro vai ficar maravilhado com a quantidade de ação que tem, como , por exemplo , quando algumas das personagens são raptadas. Além disso, é um livro com histórias que podem acontecer com frequência na realidade e que são um bom exemplo para evitar más situações. Por exemplo, quando a mãe das gémeas (Teresa e Luísa ) vê uns homens a roubar a televisão da vizinha e, pensando que a televisão ia para arranjar, deu-lhes também a sua .

Gostei de ler este livro, principalmente da parte em que as personagens vão espiar criminosos. É um óptimo livro para pessoas que se interessem por livros de aventuras perigosas.

Mariana Fonseca - 6ºD

A Fada Oriana

   


A Fada Oriana é um livro escrito por Sophia de Mello Breyner Andresen. Fala de uma fada que vive numa floresta onde ajuda os habitantes e que, por culpa de um peixe, desprezou toda a gente. Gostei de ler o livro, pois é interessante pela forma como a história é contada.

Em primeiro lugar, porque a fada quando, pela primeira vez, viu o seu reflexo na água de um rio ficou encantada com a sua beleza e já não se interessou mais pelos seus amigos.

Um outro acontecimento de que também gostei foi da parte em que a fada, para recuperar a sua varinha e as suas asas, salta para um abismo onde tinha caído a velha por já não ver bem. Este episódio mostra o arrependimento da fada.

Esta foi uma das poucas obras desta escritora que li e a que mais gostei. Recomendo a toda a gente que leia este livro porque nele aprendi a lutar pelos meus objetivos por mais tarde que seja.



Andreia Lopes – 6ºD

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira



Rosa, Minha Irmã Rosa é um livro escrito por Alice Vieira, cuja personagem principal é a Mariana, uma menina que vivia sozinha com os pais. Foi um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para crianças da minha idade.

Em primeiro lugar, gostei do livro porque fala de histórias alegres ou tristes que, às vezes, acontecem nalgumas famílias, como por exemplo, quando a Mariana perdeu a avó de quem mais gostava.

Um outro aspeto de que também gostei foi do facto de as personagens falarem quase todas, mas quem fala mais, como é óbvio, é a Mariana que é a personagem principal e simultaneamente narradora.

Adicionar legenda
Pelo que eu disse, a Alice Vieira escreveu uma história que poderia acontecer com a maioria das famílias. Aconselho a sua leitura a todas as idades porque alguns dos problemas que enfrentam crianças e jovens que vão ter uma irmã mais nova estão ali retratados.

Samuel Ferreira, 6ºD

Soltam-se as críticas



Ler é descobrir, é viajar, é sonhar... mas deve ser também partilhar, porque o livro é um ser vivo que se alimenta das várias leituras que os leitores vão fazendo. Falar ou escrever sobre as histórias que se vão lendo, que já se leram e que nos marcaram é dar uma nova vida ao livro, é reescrevê-lo de certa forma e convidar outros a partirem à aventura.

As críticas que aqui se publicam foram feitas pelos alunos em contexto de aula, sobre livros que foram lidos na escola ou de forma autónoma. Não é fácil transmitir todas as impressões e experiências que vivemos durante a leitura, dar a nossa opinião sobre o que mais nos agradou mas também sobre o que nos dececionou. É mais uma descoberta que os alunos foram fazendo e que aqui partilhamos.

terça-feira, 17 de março de 2015





Neste blog, soltar-se-ão palavras e textos escritos pelos alunos, criados a partir de modelos ou com total liberdade. É preciso que a escrita aconteça...