segunda-feira, 9 de março de 2020


A aventura de Ching-Ling

Era noite quando o ovo começou a estalar. Estalou, estalou até que saiu um animal!! Era um dragão bebé, muito giro, com olhos verdes claros e as suas escamas eram vermelhas com mistura de laranja e um azul clarinho. Media 35 cm de altura.
Certo dia, Ching-Ling foi a uma bruxa que tinha um feitiço para poder falar com os animais, mas a poção custava cem euros Ching-Ling tinha só cinquenta euros, por isso ela teve uma ideia, mas que era perigosa: podia ir assaltar um banco ou, então, ir roubar dinheiro aos seus pais. O problema é que eles tinham sempre a carteira com eles, por isso decidiu assaltar o banco. Para tal, ela tinha que ter experiência. Como ela tinha uma loja e a loja tinha tudo o que precisava,  no dia seguinte, ela já estava pronta para o assalto.
Esperou que fosse uma hora da manhã. Então, com a tinta preta e com o fato do senhor da limpeza, ela pintou as câmaras do banco. Assim , conseguiu os cem euros , mas levou mil , para o caso de ser preciso.
De seguida, foi à bruxa comprar o feitiço que, afinal, custava mil euros. Quando bebeu a poção mágica, começou a falar com o dragão e o dragão disse:
-Eu não me sinto bem. Eu tenho que ir ter com a minha família, na selva da China.
A Ching-Ling disse:
- Ok, eu vou levar-te agora, se tu quiseres.
Depois, foram-se embora. Demoraram horas até chegar e tiveram que passar por imensos animais selvagens. Finalmente, chegaram junto da família e o dragão ficou muito feliz. Ching-Ling disse:
-Se tu estás feliz, eu também estou feliz. Agora, eu vou regressar a minha casa, mas toma este apito e quando precisares de mim, apita que eu vou sentir isso no Coração.


Matilde Rodriguez

quarta-feira, 4 de março de 2020

Ching-Ling e o Dragão

Ching-Ling foi para casa, pensando no que ia fazer com o dragão. Passado algum tempo, foi pesquisar na internet o que fazer quando estivesse com algum dragão.
Horas depois, a mãe de Ching-Ling já a chamara para jantar. E o pai perguntou-lhe:
-Então, Ching-Ling, o que fizeste hoje?
-Eu fui à escola e depois fui à floresta procurar minhocas.
-E não fizeste mais nada?
-Não!
Como todos já sabemos, Ching-Ling estava a mentir, pois não queria contar aos pais que tinha um dragão escondido. Ching-Ling decidiu acordar bem cedo para ir para a floresta para soltar o dragão e saber mais coisas sobre ele.
Acordou bem cedo, vestiu-se e foi para a floresta. Estava a andar e caiu num buraco e, quando olhou, estava um mundo diferente:
-Onde é que eu estou?
O dragão estava a ficar cada vez maior e Ching-Ling ficou assustada. Começou a caminhar e, de repente, viu aquele mundo cheio de dragões. O dragãozinho começou a rugir e todos os dragões foram lá ter com eles. A Ching-Ling ficou muito feliz porque todos os dragões a receberam muito bem e porque nunca tinha visto tantos dragões:
-Meu Deus, nunca vi tantos dragões!!
Ching-Ling não tinha onde dormir, e o dragão chamou-a para dormir junto dele.
Quando acordou, estava no seu quarto e disse:
-Como é que eu vim parar aqui? Eu estava rodeada de dragões...
Ela chamou a mãe:
-Mãe, eu estive sempre aqui?
-Sim.
Ela estava só a sonhar, mas o dragão estava em casa dela. 


Constança Santos, 5.ºE 

A aventura de Ching- Ling


Ching- Ling era muito aventureira, pois já todos sabíamos que ela adorava dragões. Quando ela viu que era um dragão bebé, ficou muito espantada e disse:
- Uau, um dragão bebé! Este é o meu melhor dia, o meu sonho realizou-se. Bem, mas tenho de lhe dar um nome, mas como se pode chamar?
Ching- Ling pensou, pensou e pensou, até que decidiu. O nome foi Robert-Ling. Ela deu-lhe esse nome, porque já tivera um cão de nome Robert que era muito especial para ela, mas que tinha fugido. Ching-Ling começou a reparar que o dragão estava a fazer um barulho estranho. Então, ela disse:
-     O que se passa? Robert- Ling, estás bem?
Mas ele continuava a fazer o mesmo barulho. Ching-Ling não o conseguia acalmar. Ela pensou que o dragão precisava do leite da sua mãe. Então, teve a ideia de ir ter à Clareira dos Dentes de Dragão, para ver se encontrava a mãe do dragãozinho. Ching-Ling estava triste porque, provavelmente, se ela encontrasse a mãe dele, ela tinha de o deixar com a mãe e ela queria ficar com ele. Mas, por outro lado, era bom para o dragão…
Então, ela decidiu procurar a mãe dragão, e disse:
- Bem, vamos procurar a tua mãe!
Ela achava que a mãe dele seria parecida com ele: seria azul com vermelho.
Então, deixou o dragão numa mãe que não era a dele, mas antes de o entregar ela chorou, porque não o queria deixar.
Ching-Ling pensava que o tinha deixado na mãe certa e estava a caminhar para ir para casa, quando viu que o dragão vinha atrás dela. Logo que o viu, pegou nele e disse:
- Vou-te levar para casa.
“Não, é melhor não!, pensou ela quando viu que ele tinha uma mancha preta. Correu para tentar encontrar algum dragão com essa mancha.
Conseguiu, finalmente, encontrar a mãe do dragão, deu-lhe um abraço muito apertado. E depois Ching- Ling contou tudo aos pais.
Matilde Fernandes, 5.ºE

Ching-Ling e o dragão

   
Certo dia, Ching-Ling e o dragão pensam numa coisa para fazer.
    Então, ela decidiu ir  à Clareira dos Dentes de Dragão e, quando ela chegou lá, viu um homem com um enorme manto preto a segurar vários ovos. Ela aproximou-se dele e perguntou: 
    - Esses ovos são de que réptil ou ave?
    - São de cobra. - disse ele. 
    Ching-Ling foi a correr até casa para ir buscar o dragão porque ela sabia que aqueles ovos não eram de cobra. 
    Quando ela  voltou à Clareira dos Dentes de Dragão, aquele homem já não estava lá, mas ela reparou numas pegadas. Então, ela e o dragão seguiram as pegadas que foram dar a uma caverna que estava cheia de dragões. O homem também estava lá. Ele reparou nela  e tentou apanhá-la, mas Ching-Ling e o dragão saíram a correr e entraram numa caverna húmida com grandes estalactites. Eles passaram lá a noite e, quando Ching-Ling acordou, o dragão estava enorme. 
    Ela ouviu berros e, quando saiu da caverna e viu um homem montado num dragão a atacar a aldeia próxima, ela é o seu dragão atacaram e derrotaram o homem. As últimas palavras dele foram:
    -Eu voltarei. 
    No final, tudo correu bem. 
Tiago Gonçalves, 5.ºE

segunda-feira, 2 de março de 2020

Relógio do Passado


No meu dia de aniversário, a minha mãe foi me acordar com um beijinho e um feliz dia de aniversário. O meu pai também me desejou um feliz dia de aniversário.
    O meu pai deu-me um relógio muito lindo, dourado com pérolas a enfeitar:
     - Obrigada é mesmo lindo - disse eu.
      - De nada, filha!
     E eu fiquei a pensar:
   “Para que é que o meu pai me foi dar um relógio? Ele sabe bem que eu não utilizo relógios…”
    Passado algum tempo, fui para a escola com o relógio que o meu pai me dera nos anos. Estava a mexer no relógio e cliquei num botão. De repente, reparei que nada estava igual. Percebi que as minhas amigas não estavam na escola e vi pessoas que nem conhecia.
   Estava eu a caminhar quando uma menina choca contra mim com a mochila:
    -Desculpa, foi sem querer!
    -Não faz mal! Olá, muito prazer! Eu sou a Constança, e tu como é que te chamas?
    -Olá, eu sou a Patrícia!
    Depois, pus-me a pensar que ela era muito parecida com a minha mãe quando era da minha idade.
    -Em que ano estamos ? -disse eu.
    -Estamos em 1987, porquê?
    -O meu pai deu-me um relógio, e eu estava a ir para a escola e cliquei num botão e vim parar aqui. Posso te fazer umas perguntas? - disse eu
    -Podes!
    -Vamos lá: Qual é o nome do teu cão?
    -Beethoven.
    -Ok, era o nome do cão da minha mãe. E como é que se chama a tua irmã?
    -Sandra.
    -Olha, preciso de te dizer uma coisa.
    -O quê?
    -Tu és a minha mãe no futuro.
    -Como assim?!
    -Então, tu, no futuro, terás uma filha que sou eu e um filho chamado José Dinis. Não fiques assustada, ok?
    -Ok, eu não estou assustada, mas é muito confuso!
    -Eu vou-te mostrar uma foto tua no futuro…
    Só percebi que era um sonho quando a minha mãe me veio acordar para ir para a escola.

Constança Santos, 5º E