segunda-feira, 17 de outubro de 2016

CINDERELA

Cinderela de Elena Ringo
Era uma vez uma menina que se chamava Cinderela e vivia com as suas meias-irmãs e com a madrasta. Era uma menina muito bonita, mas era sempre ela que fazia tudo como, por exemplo: lavava a roupa, estendi-a, lavava o chão, a loiça…
Certo dia, chegou um convite do príncipe do reino que dizia:
«Caras senhoras,
venho convidá-las para uma festa de baile hoje à noite no castelo
- Meu Deus, o príncipe mandou-nos uma carta!!!- disseram a Filipa e a Vanessa, as meias-irmãs – Cinderela, vai já imediatamente fazer os nossos vestidos.
E assim foi.
Mais logo, os vestidos de baile estavam prontos.
- Madrasta, também posso ir? – perguntou a Cinderela.
- Não!!! Ficas aqui a lavar o chão - mandou a madrasta, com um olhar muito sério.
E elas foram para o baile, enquanto a Cinderela ficou muito triste, olhando lá para fora, pois de casa via-se o castelo. Depois, começou a cantar e a sua fada madrinha veio.
- O que se passa, Cinderela?
- Eu queria tanto ir ao baile, mas não tenho roupa nem carroça!!!
-Minha querida, isso tudo arranja-se! - e assim foi. A fada madrinha concretizou o seu desejo.
- Mas não te esqueças que às doze badaladas da meia-noite o feitiço acaba.
O príncipe dançou com Cinderela, mas mal tocaram as dozes badaladas da meia-noite, esta saiu a correr, deixando cair um dos seus sapatos de cristal.
O príncipe anunciou, então, que casaria com aquela a quem servisse aquele sapatinho.
Quando o príncipe e a sua comitiva chegaram a casa da Cinderela, a Filipa e a Vanessa quiseram experimentar o sapatinho, mas a nenhuma delas servia. Chegou a Cinderela e calçou o sapatinho que lhe servia na perfeição.
Casou-se com o príncipe e viveram felizes para sempre.


Carolina Laranjeiro

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Cinderela

Num dia de sol, uma pobre criada chamada Cinderela preparava o pequeno-almoço para a patroa e as suas filhas. As filhas da patroa não gostavam nada dela porque achavam que esta era malvada.
Uma tarde, enquanto varria a cozinha, o carteiro veio entregar uma carta destinada à patroa e às suas filhas que dizia:
  «Cara Amiga,
venho por este meio a convidá-la e às suas filhas a participar num baile que vai haver no castelo, para que o meu filho possa encontrar uma noiva com quem ele possa casar.
Com os meus cumprimentos,
 Rei»
A Cinderela entregou a carta à patroa que disse:
- Obrigada, mas enquanto nós vamos ao baile, tu ficas a lavar o chão.
-Ok, Madame! - disse a Cinderela, muito triste.
Contudo, pensou que ninguém a proibiria de ir àquele baile.
Então, foi para o seu quarto e arranjou com a ajuda dos seus amigos um vestido.
À noite, apareceu com o vestido ao pé da patroa e das suas filhas que, ao olharem para ela, disseram:
-Essas são as nossas joias e colares.
E rasgaram-lhe o vestido todo.
Cinderela foi a correr para a floresta. De repente, apareceu a sua fada madrinha que lhe deu um vestido e a pôs numa carruagem que a levou para o castelo, onde encantou o príncipe com a sua beleza.

À meia-noite, ela saiu do castelo a correr e perdeu um sapato.

O príncipe mandou procurar a dona do sapato por todo o reino. Quando finalmente encontrou a Cinderela, casaram e viverem felizes para sempre.   

Margarida Pereira

terça-feira, 11 de outubro de 2016

O Capuchinho Vermelho

Era uma vez uma menina que se chamava Capuchinho Vermelho. Ela vivia numa casa com a sua mãe.
Um dia, a sua avó ficou muito doente, e a mãe mandou-a ir levar um cesto com bolos para a animar.
Antes de ir, a mãe avisou-a de todos os perigos, principalmente do lobo.
O Capuchinho Vermelho lá foi muito contente por ir visitar a avó.
No meio do caminho, colheu um ramo de flores, e quando o esta a apanhar viu o lobo atrás de uma árvore. Ela, para não ser mal-educada, falou-lhe e fizeram uma corrida para ver quem chegava primeiro a casa da avó.
O lobo escolheu o caminho mais rápido e, claro, chegou lá primeiro. Bateu à porta, fingindo ser a netinha. A avó acreditou e abriu a porta. O lobo atacou-a e meteu-a dentro de um baú. Depois, foi disfarçar-se de avozinha.
O Capuchinho chegou e logo criticou as diferenças da “avó”, até que ouviu o seu grito de socorro. Foi tirá-la do baú, mas o lobo saltou-lhe em cima e comeu-a.
  Agora com a barriga cheia, o lobo foi dormir uma soneca. A avó, que se tinha escondido, foi à cozinha buscar uma tesoura para lhe cortar a barriga. Tirou prontamente de lá a neta, e as duas colocaram uma pedra na barriga do lobo, que coseram de seguida.

  O lobo, quando acordou, foi beber água e, com o peso, caiu para dentro do poço. As duas foram então lanchar mais descansadas.

Ana Beatriz
Escrever por prazer, escrever porque tem de ser...
Contar histórias... ou recontá-las...
Acrescentar pontos ao que sabemos...
Entrar na onda, pegar nos remos
E no barco da imaginação
Voar, navegar...
Ou simplesmente devanear.

Um novo ano começa
Com letras, ideias, fantasia,
E tanta vontade de aprender,
De crescer...

Toca a escrever!

Elsa Aires