Estava na praia com os meus amigos. Uma praia espetacular, com rochedos lindos, uma areia muito fina e o mar calmo. Um dia digno de aproveitar o sol da tarde.Estava com os meus amigos a fazer castelos de areia quando vi golfinhos a nadar. Pareciam atrapalhados. De manhã, ouvira dizer que um dele desaparecera, o tio do Bala, que era outro golfinho
A essa hora já andava a polícia marinha à procura. Parei o que estava a fazer e olhei. Parecia que um dos golfinhos me chamava, sabem, lá na sua linguagem.
Corri para o mar e ele veio-me buscar à costa, pois ninguém me deixava aproximar da água. Lá na língua dele combinámos que íamos ver se encontrávamos o seu tio. Andámos muito tempo, perguntámos à baleia, à raia… mas nada. Continuámos e vimo-lo dentro de uma rede, a ser pescado. O golfinho disse-me que ia buscar um coral afiado para cortar a rede. O tio do Bala foi libertado, deixando os pescadores que o queriam levar boquiabertos.
Vim a fazer acrobacias pelo mar e, quando chegámos à costa, eu e os golfinhos fizemos um espectáculo aplaudido pelas pessoas que estavam na praia.
Foi uma aventura fantástica com uma oportunidade única: nadar com golfinhos.
Andreia Lopes, 6ºD