segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Harry Potter, um herói corajoso

          Harry Potter e o Cálice de Fogo é uma obra escrita por J. K. Rowling cuja personagem principal é Harry Potter, um jovem feiticeiro que está sempre acompanhado pelos seus dois amigos, Ron Weasley e Hermione Granger. É dos livros mais excitantes e entusiasmantes que li até hoje.
   Com efeito, a história do livro é inesperada. É o caso, por exemplo, da parte em que é revelada a verdadeira identidade do professor Moody Olho-Louco, que na verdade é um fiel servidor de Lord Voldemort, o mais temível feiticeiro de magia negra.
      O livro é muito interessante porque, mal começamos a lê-lo, não
queremos parar, pois queremos saber o que irá acontecer a seguir. Como na parte em que Harry é escolhido para participar no Torneio dos Três Feiticeiros, apesar de não ter ainda idade.
      De facto, adorei este livro sobre magia e aventura. Recomendo-o a todas as pessoas, especialmente aos amantes de uma boa aventura.
Ana Maria Ahmed Aquino, 6ºA


   

sábado, 9 de janeiro de 2016

A Viúva e o Papagaio - Um conto emocionante de Virginia Woolf


Ana Beatriz




Eu gostei desta história, porque fala-nos de como devemos ser perante os animais. Também gostei muito da parte em que a Sr.ª Gage encontrou as 3000 libras. É uma história bonita para as crianças lerem.
Ana Beatriz 

 O episódio de que gostei mais foi quando a Sr.ª Gage foi à casa do irmão e o papagaio disse: «Não tá casa!»
Carolina

Beatriz

A parte de que eu mais gostei foi do episódio da casa a arder, porque gosto do fogo que nos aquece.
Leonardo

Eu gostei da história, porque a Sr.ª Gage tem uma coisa em comum comigo: gosta de animais.
Rodrigo

Carolina
A história foi muito bonita, porque a Sr.ª Gage gosta de animais e foi bem recompensada. A minha parte favorita foi quando ela salvou o papagaio. Também gostei da parte em que a Sr.ª Gage ia morrendo e a casa do seu irmão se incendiou.
André

Eu gostei da história porque a Sr.ª Gage não abandonava um animal por outra coisa. A minha parte favorita foi quando o papagaio apareceu à janela.
João Francisco

O episódio de que eu mais gostei foi quando a casa ardeu e o papagaio ajudou a Sr.ª Gage. Acho que foi emocionante!
Gabriela


Gabriela

Eu gostei desta história, porque é emocionante e é bom para nós, alunos, aprendermos mais coisas.
Margarida

Eu adorei a história! Ela foi muito bonita e emocionante.
Maria Eduarda

Apesar de ser um pouco triste, gostei da história, porque a Sr.ª Gage gostava de animais e também do papagaio James. A minha parte preferida foi quando o papagaio batia com o bico o azulejo.
Beatriz
Márcia


Eu gostei sobretudo da parte em que o papagaio diz: «Não tá casa!»

Ricardo

A história foi muito bonita porque a Sr.ª Gage salvou o papagaio e foi recompensada por isso.
Ruben

Margarida

Eu gostei do livro, mas acho que é um bocado triste, como a parte em que a Sr.ª Gage recebe a carta e fia contente por o irmão ter morrido, pensando que ia ficar com a riqueza que ele escondia. A parte de que mais gostei é quando a Sr.ª Gage conheceu o papagaio.
Raquel

Adorei este livro, porque tem muita criatividade e imaginação. O episódio de que mais gostei foi quando o lavrador Stacey deu boleia à Sr.ª Gage.
Márcia

A parte de que eu mais gosto é quando o papagaio pega fogo à casa para a Sr.ª Gage não se afogar no rio e, depois, ela pensa que ele morreu. Eu achei a história bonita e interessante.
Leandro

Eu adorei a história, porque é muito bonita e gostei da parte em que a casa está a arder.
Guilherme

A minha opinião é que o texto é giro, emocionante e um bocado triste, contudo tem um final feliz.
Gonçalo

Gostei muito, mas muito da história da viúva e do papagaio, porque está muito engraçada, bonita e tem boas expressões como «Não tá casa! Não tá casa!». Também tem palavras difíceis de ler, mas assim aprendemos mais vocabulário.
Madalena 





Natal feliz

Naquela noite de Natal, em casa da Rita, todos estavam contentes. A Rita, os seus pais, os tios, os avós e o seu primo Rui iam jantar em sua casa.A Rita e o Rui olhavam deslumbrados para a árvore de Natal. Ela tinha uns lindos ramos verdes, uma estrela brilhante no topo, estava enfeitada com bolas brilhantes e luzes e por debaixo dela estavam as prendas.
As pessoas só conversavam, dizendo que aquele estava a ser o melhor Natal de sempre. Chegou a hora de jantar. As pessoas sentaram-se à  mesa e serviram-se  
- Que coisa tão bonita! É o melhor Natal da minha vida!- disse a tia.
-Sim, querida, está a ser muito bom!-disse o tio.
Depois de acabarem de jantar, ouvem um estrondo que vinha do telhado. Todos decidem ir ver o que era. Ao olharem para o telhado, veem o Pai Natal, com as suas renas e o seu trenó.
O Pai Natal  desce do telhado e entra em casa.
- Então, Pai Natal, porque parou aqui?-perguntou a Rita.
- Estava cansado, e decidi parar.- disse ele. - Não me podem dar alguma coisa para comer? 
- Sim, damos-lhe, com todo o prazer.- disse a mãe da Rita.
E lá foram buscar doces e outras iguarias para ele comer. O Pai Natal comeu e, mais aconchegado, despediu-se deles, dando-lhes as prendas.

Ele foi-se embora e os meninos foram abrir as prendas cheios de alegria por terem visto o Pai Natal. 
Ana Beatriz Frias - 5º A

domingo, 3 de janeiro de 2016

O Natal Perfeito

No dia 24 de dezembro, véspera de Natal, os dois irmãos, Lara de nove anos e Rafael de doze anos, estavam a preparar o Natal com a mãe e o pai. Enquanto o Rafael preparava o presépio e a Lara as luzes para a árvore de Natal, o Rafael murmurou:
- Será que a Vóvó nos vai dar algum presente?!
-Claro que vai, ela nunca se esquece de nós.
 E continuaram a fazer a árvore de Natal.
 A árvore era grande e estava decorada com bolas vermelhas e douradas, as luzes eram muito coloridas e engraçadas. Em baixo da árvore, encontrava-se um presépio.
  Entretanto, viram uma notícia na internet, onde dizia que não haveria presentes este ano, porque o Pai Natal se encontrava muito doente e que só uma planta que crescia a 1000 metros da sua casa o poderia curar. As duas crianças decidiram ir visitar o Pai Natal.
 Ele estava muito em baixo e disse:
 - Gostaria muito que vocês encontrassem a planta!

  Eles foram à procura da tal planta. Encontraram-na e levaram-na ao Pai Natal. Ele ficou melhor e assim foi dar as prendas aos meninos.
Margarida Pereira - 5º A