segunda-feira, 13 de março de 2017

O FUTURO

Às vezes julgo ver nos meus olhos

O futuro que me espera,

Com momentos felizes e outros tristes.

A família toda junta, sem zangas,

Todos felizes.


Às vezes julgo ver nos meus olhos,

Lágrimas de alegria.

No presente, desejo que, no futuro,

Esteja ainda com as minhas amigas 

e família também.



Bianca Ribeiro, 5º A

MAR

O mar, com as ondas calmas,

É sítio onde se está melhor.

A água fria, a areia fina, que amor!

É como um espectáculo de luzes...

Toda a gente gosta e bate palmas.

Quando a praia está nua é quando se está melhor.

Penso que sou uma sereia e começo a nadar...

Sou uma sereia cheia de sonhos,

De um lado para o outro...

É mágico!

Mas, quando escurece, lá vou eu embora.

Deixo os peixes, as algas, as ondas, deixo a praia...





Bianca Ribeiro, 5º A

CASA

Em casa, sinto-me bem...
Alegre com uma flor,
Feliz como o sol,
Contente, cheia de amor.

Enrolada nos lençóis
Como uma flor feliz
Com os meus caracóis
E no meu país.




Inês Reis, 5ºA

A AMIZADE

Os meus amigos a passear,

A correr, a saltar, a brincar,

Acompanham-me para todo o lado,

Até mesmo no mar.




O dia passa a correr

E, juntos, pomo-nos a imaginar,

A fantasiar

Ou quem sabe a remar…


Guilherme Sousa, 5º A 

COMO EU ME SINTO

Eu gosto de passear

Todo o dia sem parar,

Gosto de correr

E, sem dúvida, de comer.



Sinto-me bem, feliz,

Tão feliz que, às vezes,

Tropeço e bato

Com a cabeça na raiz.

Guilherme Sousa, 5º A 

Natureza

Ao vento e à brisa,
Pisando relva macia,
Ouvindo os cantos do mundo
Entrando no meu coração…

A água a correr
No meio das pedras,
As flores a nascer
De pétala em pétala…

Os animais a correr,
Colhendo alimentos,
E eu a ouvir

Os sons dos ventos…

Ana Beatriz, 6º A

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Relato da viagem a Lisboa

No dia 19 de janeiro, eu e a minha turma fomos a Lisboa ver o teatro A Aventura de Ulisses e visitar o Palácio Nacional da Ajuda.
Na noite anterior, com a ajuda da minha mãe, arrumei as mochilas para que, no outro dia de manhã, fosse mais fácil.
A nossa viagem começou logo às oito e meia da manhã com a ida de autocarro para Lisboa, que durou duas horas. Durante esse tempo, as minhas amigas estiveram a tirar selfies e a ouvir música , enquanto os rapazes estavam sentados nos bancos de trás a jogar no telemóvel.
Chegámos por volta das dez e meia ao Colégio Pedro Arrupe em Lisboa. Nele, iríamos ver o teatro A Aventura de Ulisses. O teatro foi diferente de todos os outros que já tinha visto , pois contava uma história sob a forma de um jogo com muita graça. Eu e a minha turma ficámos encantados com o teatro, mas também com a escola, pois era maior que a nossa.
Quando acabou o teatro, fomos almoçar para o parque, em frente ao Mosteiro do Jerónimos . Ele estava cheio de gaivotas que eram muito chatas.  E tudo começou porque a Raquel, uma colega que gosta muito de animais, começou a dar-lhes um pouco do seu pão e veio um bando de gaivotas para ao pé de nós. Uma gaivota até fez cocó em cima da mala da Beatriz! Então, tivemos que andar a saltar de banco em banco para fugir delas, até que conseguimos almoçar em paz. A seguir, fui com a minha professora comprar pastéis de Belém para os meus pais e ver o museu com a história dos pastéis de Belém .
Por volta das duas e meia, fomos visitar o Palácio Nacional da Ajuda, um monumento dos nossos antepassados. Vimos muitas divisões com nomes de cores  atribuídos, com paredes revestidas de sedas caras, quadros com grandes obras, candeeiros de cristal e muitas outras coisas lindas. Foi uma aprendizagem de História incrível e cheia de segredos. No fim, fui comprar lembranças.  
Durante a viagem de regresso a casa, cantámos, rimos e conversámos. O previsto era chegarmos à escola às seis e meia, mas só conseguimos chegar às sete e meia.
Eu gostei deste dia e espero que os professores também tenham gostado, pois vai ficar na memória de todos nós.

Ana Frias

6º

domingo, 22 de janeiro de 2017

Os dias encantados de SHIRLEY


      Os dias encantados de Shirley  é um livro escrito por Elisabetta Gnone, segundo volume da coleção Fairy Oak e publicado pela Editorial Planeta. A história fala de uma menina chamada Shirley que pensa ser uma feiticeira e que manda uma carta a uma fada.
     Em primeiro lugar, gostei bastante deste livro porque essa menina ajudou muitas personagens. Por exemplo, a certa altura, ela ajudou uma senhora idosa quando esta ia a atravessar a estrada.
     Por outro lado, este livro fez-me ver que não é preciso ser mazinha. Exemplo disso é quando Shirley hesitou em ir salvar o gato de uma amiga de que não gostava muito, mas depois pensou melhor e foi salvá-lo.
   
Recomendo este livro às crianças, jovens e adultos. 
Carolina Laranjeiro, 6º A