Ching- Ling era muito aventureira, pois já todos sabíamos que ela
adorava dragões. Quando ela viu que era um dragão bebé, ficou muito espantada e
disse:
- Uau, um dragão bebé! Este é o meu melhor
dia, o meu sonho realizou-se. Bem, mas tenho
de lhe dar um nome, mas como se pode chamar?
Ching- Ling pensou, pensou e
pensou, até que decidiu. O nome foi Robert-Ling. Ela deu-lhe esse nome, porque
já tivera um cão de nome Robert que era muito especial para ela, mas que tinha
fugido. Ching-Ling começou a reparar que o dragão estava a fazer um barulho
estranho. Então, ela disse:
-
O que se passa? Robert- Ling, estás bem?
Mas ele continuava a fazer o mesmo barulho.
Ching-Ling não o conseguia acalmar.
Ela pensou que o dragão precisava do leite da sua mãe. Então, teve a ideia de ir ter à Clareira dos Dentes de Dragão, para ver se encontrava a mãe do dragãozinho. Ching-Ling
estava triste porque, provavelmente, se ela encontrasse a mãe dele, ela tinha de o deixar com a mãe e ela queria ficar com
ele. Mas, por outro lado, era bom para o dragão…
Então, ela decidiu procurar a mãe dragão, e
disse:
- Bem, vamos procurar a tua mãe!
Ela achava que a mãe dele seria parecida com
ele: seria azul com vermelho.
Então, deixou o dragão numa mãe que não era a
dele, mas antes de o entregar ela chorou, porque não o queria deixar.
Ching-Ling pensava que o tinha deixado na mãe
certa e estava a caminhar para ir para casa, quando viu que o dragão vinha
atrás dela. Logo que o viu, pegou nele e disse:
- Vou-te levar para casa.
“Não, é melhor não!”, pensou ela quando viu que ele tinha uma mancha preta. Correu para
tentar encontrar algum dragão com essa mancha.
Conseguiu, finalmente, encontrar a mãe do dragão, deu-lhe um abraço
muito apertado. E depois Ching- Ling contou tudo aos pais.
Matilde Fernandes, 5.ºE

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