terça-feira, 14 de abril de 2015



A Beatriz sempre a chorar,

Por causa do seu amor,

Não para de reclamar,

O seu grande valor.



A Oriana a escrever,

O que lhe vai na cabeça,

Sempre com uma luz a acender,

Que ela nunca se esqueça.



O Diogo tão taralhoco,

Sempre apaixonado,

Cada vez mais louco,

Sempre tão asseado.



A Joana sempre a gritar,

Porque a estão a chatear,

Sempre irritada,

Com o trabalho do tear.

Joana Ribeiro

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